Mini-web: Capítulo IV

segunda-feira, janeiro 06, 2014

Dreaming on tour


     Eu deveria fazer uma postagem sobre livros, mas... E não resisti e resolvi escrever mais um pouco já que vocês estão tão ansiosos e na verdade, eu também estou *u* Ah, e hoje eu recebi um pedido de casamento ieowieow Um anônimo mandou um comentário muito fofo, e no final tinha um pedido *o* Curiosa pra saber quem é *w*
     Mas, enfim, vamos seguir nossa história e ver o que Adam e Cate farão no capítulo de hoje - o que nem eu sei, por enquanto ♥ Ah, e o resto da história - o que já foi postado - vocês podem ler clicando ali em cima em Mini-web ♥ 

 
Capítulo IV

- Você quer... - Cate passa seus olhos ao redor. - um café?.. Ou um chá?... Ou...? 

- Ou...? - Adam a interrompe com um sorriso quando seca seus cabelos, sacudindo-os com a toalha azulada de Cate.

    Cate não queria ele ali. Mas, deveria recompensá-lo depois do presente de luzes que ele deu somente para ela, é o que Cate pensa. Assim, depois de começou a chover na praça, tudo que Cate conseguiu dizer foi "Você pode ir para minha casa se a sua for longe." Não era longe a casa de Adam, mas Cate não precisava saber. E ele aceitou o pedido.  

- Ou qualquer outra coisa que você quiser...? - Cate diz abrindo a geladeira e o armário mostrando tudo que ela tinha para comer ou beber. 

- Com certeza eu escolho qualquer-outra-coisa-que-você-quiser. - Ele sorri docilmente, dobrando a toalha azul e deixando-a nas costas da cadeira de madeira escura. Cate só consegue pensar algo como "pare de chover, pare de chover, para que ele possa ir embora, pare. de. chover." Mas, não parou. E Cate deu de ombros quase que sem perceber. - O que foi senhorita-dando-de-ombros?

- É só a chuva. - Ela explica pegando um pacote de salgadinhos, e uma garrafa de suco e jogando para Adam, que as pega instintamente. 

- Você gosta? - Ele pergunta abrindo o suco e dando um gole. 

- Sim, mas não hoje. - Ela sorri.

   Cate dá alguns passos, e se senta no sofá, que fica de costas para a cozinha. Adam passa seus olhos por ela, enquanto a caminha e ele pensa alguma coisa doce demais, que não valeria a pena dizer agora. Não agora, Adam - Ele repreende a si mesmo. - Ela não gosta de poesias - Foi o que Adam descobriu em suas atividades ilegais.

- Bom, Adam... - Cate levanta os olhos para vê-lo, e ele está ali olhando ela, mesmo que ela não tenha pedido ou feito algo. Adam continuava a pensar no que ele queria dizer, mas não poderia. - Você vai contar ou não como sabia meu nome?

Adam ri, e senta ao lado dela no sofá. Cate percebe que o cabelo dele tem um cheiro bom, mesmo molhado de chuva e que os fios estão secando em pequenas ondinhas. Cate segura para não acaricia-las. 

- Tá bom. - Adam termina seu riso com um sorriso. - Só por causa dos salgadinhos. - Ele aponta para o pacote em cima do colo. - Talvez, só talvez, eu tenha roubado seus registros da livraria e descobri algumas coisas sobre você. - Ele espia Cate pelo canto do olho. Ela abre os lábios, levemente surpresa.

- O que descobriu exatamente? - Ela se ousa perguntar.

- Ah, nada de mais, só sua senha do cartão e algumas coisas  íntimas. - Ele gargalha para mostrar que só está brincando, mas Cate continua tensa. - Calma, Cate. - Ele sorri. - Só descobrir que você se chama Cathelin Owen, tem 20 anos, nasceu nessa cidade, e por algum motivo mora sozinha. E que seu aniversário é em agosto, e seu gosto muito estranho. Você não gosta de poesias, mas gosta da linguagem poética, e adora livros velhos, mas precisa ser o livro certo. Descobri que você é louca ao deixar um desconhecido entrar em sua casa. E algumas outras coisas, como que você não tem namorado... - Adam  pisca para ela e sorri, por fim, finalizando sua análise sobre Cate. Claro que Adam não descobriu tudo aquilo apenas com a ficha da livraria - com elas, ele apenas descobriu o nome e sobrenome de Cate, e data de aniversário. O resto da análise deve-se aos estudos de psicologia de Adam.

- E o que eu tenho que saber sobre você? - Cate retribui o sorriso e rouba alguns salgadinhos de Adam. 

- Descubra você mesma. - Ele sorri.

- Qual livraria você frequente? - Cate pergunta e ri um pouco quando percebe a cara de desdem e falsa de Adam.

- Não é justo roubar registros de livrarias, e é ilegal, você sabia? - Adam relaxa um pouco. - Então, o que você tem a dizer sobre mim?

- Bom, o seu nome é Adam e você gosta de livros velhos assim como eu, e é indeciso em suas escolhas, é o que explica aquela pilha de livros em sua mão outro dia. Você faz coisas ilegais, mas contanto que valha a pena, porque é isso que importa, não é? Valer a pena. 

- Sim, valer a pena. - Ele sorri bebendo outra vez do suco de goiaba, sem retirar os olhos de Cate. - Viu, você sabe tudo que precisa saber. 

- Não tanto quando você sabe. - Ela resmunga.

- Cada um sabe o que deve saber. - Adam pisca e enfia na boca mais alguns salgadinhos tentando mantê-la cheia de alguma coisa que não seja palavras. Cate não entenderia, não agora. - seus pais não se importam com você morando aqui sozinha? 

- Eles morreram. - Cate diz secamente e abaixando os olhos.

- Acidente M-111, eu reconheci por causa do sobrenome, mas não tinha certeza. - Adam olha Cate de cima a baixo. - Então, é você... - Ele diz para si mesmo e Cate não é capaz de ouvir. - A carreta que pegou o carro em que vocês estavam, pegou outro carro também, não foi?

- Sim, eles morreram também. - Cate quase sussurra, falar daquele assunto era duro demais para ela, e ela não tinha o que dizer afinal.

- Nem todo mundo, Cate. - Adam sussurra. - Você pode me emprestar o seu braço? - Cate relutantemente entrega seu braço para ele. - Essa cicatriz, você lembra de como ela foi feita? - Cate, então levanta os olhos, e por um segundo, tudo faz sentido. 

- Adam? - Ela sussurra.

- Sim. - Ele concorda com um sorriso. - Você não deve lembrar, mas, quando a carreta bateu, os dois carros se esmagaram. Mas tinha um menino do outro carro, eu, eu consegui sair das ferragens. Eu ouvi você chorando, e corri para o outro carro. O seu braço ia pegar fogo e você estava presa por ele, e eu te disse que poderia doer, mas nós deveríamos puxar o seu braço, e nós puxamos. E você desmaiou, Cate. Eu consegui te arrastar para fora do carro. Mas, a ambulância chegou e te levou embora, Cate. Embora para sempre. Eu nunca te encontrei outra vez. Até agora.

   Cate olha Adam no fundo dos olhos, e ela lembra. Isso explica porque desde o começo ela confiava nele, e porque sentia algo sempre que o via. Ela sempre o conheceu, ele salvou sua vida, mas ela não lembrava.

- Cate...? - Ele a chama. - Você chorando que me deu forças para sair das ferragens e ir salvar você. Eu não poderia deixar você morrer, entende? Eu já te conhecia, mesmo sem te conhecer.

Fim do capítulo IV

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7 comentários

  1. Muito boa sus postagem pena que teve fim mal
    posso esperar pelo proximo capitulo
    http://meninasperfeitas01.blogspot.com.br/

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  2. ah meu Deus! Fico louca pra saber oque vai acontecer e esse capitulo foi tão :O Continue logo pfv :3
    Helô

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  3. Uall ... chocante !! estou até vendo que vai ser um romance cheio de mistérios essa sua história né Ya ?!
    Mal posso esperar pra ver o que vai acontecer no próximo capítulo , a Mini -Web está cada vez mais linda meus Parabéns <3

    Poor : Fraan

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  4. Nossa, ri e me emocionei muito com eles. Sabia que ia dar em algo! Continue assim, Ya. Estava ansiosa para saber o resto. Amei!

    Com amor, Laurinha

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  5. OMG, me apaixonei pela historia *o* Quero ler logo a continuação.
    Isabella Gomes aqui :*

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  6. MEU DEUS YARA!Era um site desse que eu precisava e ainda por cima,pra complementar,voce cria essa mini web que eu estou amando!Por favor,continue postando sempre mais e mais capitulos dessa historia,entro todo dia pra ve se tem um novo.*-*

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  7. MEU DEUS YARA,VOCÊ REALIZOU O MEU DESEJO!Sempre procuro por sites como o seu,mas é difícil de achar e ai eu acho o seu,e pra complementar,tem a mini web que eu me apaixonei logo de cara,por favor,poste sempre que você poder os outros capítulos. *-*

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