Capitulo XIV - Cate & Adam

sábado, junho 21, 2014

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(Yara e suas fotos nada a ver com a postagem - mentira, essa tem a ver sim, tá? hsuahsu )

     Oi pessoal ~w~ Eu estou viajando, mas meu primo arrumou um notebook para mim e a primeira coisa que veio na minha cabeça foi: "Hoje é dia de Cate & Adam" (tá, eu sei, não tem dia certo para eu postar C&A, mas eu tô tentando manter as postagens entre sexta, sábado, domingo e eu tenho um grupinho de pessoas me cobrando os capítulos pelo Whatsapp, então não tem como deixar passar de domingo haushauhsua) Eu sei que o último capítulo quase mataram vocês do coração, mas prometo ir esclarecendo as coisas aos poucos. E tem uma novidade para vocês: Vai ter personagem novo *o* Ah, e eu achei um cara que é a cara do Adam (Bom que vocês descobrem como eu imagino ele - clique aqui para ver) - Ainda estou a procura de alguém que se pareça a Cate haushaus. Vou parar de enrolar vocês e começar a escrever logo ahsuahus Vamos para o capítulo *w* A música de hoje é Take me to church - Hozier (leiam a tradução depois :3)

 
Capítulo XIV
Sob a perspectiva do Adam
 
 
      Eu ajeito a minha touca preta na minha cabeça pela décima vez para ocupar as minhas mãos com algo e quando termino, as enfio outra vez nos bolsos do meu moletom surrado; Foi a única coisa quente que eu tinha para vestir e ainda assim eu estou com frio. Os meus olhos continuam presos no chão de uma forma fixa demais, procurando, constantemente procurando. Caramba. Será que ninguém fuma nessa cidade?
 
      Eu tento umidecer os meus lábios, mas minha boca está tão seca que não acontece nada. Os meus olhos enfim encontram. Ele ainda está acesso e pela metade, a fumaça ainda subindo em aspirais de uma forma mais convidativa do que deveria. Eu olho para cima e solto um sorrisinho para o céu em agradecimento. Eu me abaixo pegando aquele cigarro que alguém descartou no meio da calçada, e o enfio em uma boca, sugando ele sem ao menos esperar um pouco.
 
       Eu estou desesperado; Eu não tenho mais nenhum dinheiro. Eu não tenho mais nada. O último trocado que eu tinha nos meus bolsos eu usei para pagar dois ônibus para chegar até essa cidade estranha e limpa demais. Tudo aqui é tão claro, tão distante de mim e eu nem pareço me encaixar. Na verdade, eu estou completamente deslocado. Eu tento não pensar nisso, mas não entendo porque ela foi mandada para um hospital tão longe. Eu olho ao redor, sugando mais uma vez o cigarro e saboreando o máximo dele que eu posso. Esse cigarro é tudo que eu posso me agarrar agora. Ele é temporário, eu sei, mas saborear ele tem sido meu principal foco agora e eu agradeço por ter um pouco distração, mesmo que momentânea.
 
      Mas, continuando... Mesmo não me encaixando nessa cidade rica demais, eu não posso ir embora. Primeiro, porque eu não tenho dinheiro para voltar. Segundo, se eu for embora, eu não vou poder voltar. E eu não quero viver longe dela. Não assim, sabendo o que aconteceu com ela. Assim que Heloíse me ligou ontem a noite, eu peguei o primeiro ônibus que apareceu e fui atrás do corpo dela. Mais uma vez: Eu não entendo porque ela foi enviada para essa cidade. Eu solto a fumaça lentamente e assisto ela subir com certa admiração, e até a forma da fumaça me lembra os cabelos longos e castanhos de Cate. É. Eu estou enlouquecendo.
 
    Eu contorno, e entro em um dos únicos becos que eu encontrei nessa cidade. Eu me encolho no chão, encostando as minhas costas na parede e jogando a minha cabeça para cima vendo o sol nascer. Eu tenho vivido assim, nos becos. É um lugar familiar para mim e mais acolhedor. Eu fumo o cigarro tão devagar que eu quase não respiro. Ultimamente eu tenho precisado de três cigarros: Além dos dois habituais que simbolizam o meu pai e minha mãe que morreram, eu adicionei um para Cate por minha conta. Mas hoje, eu vou ter que me sustentar apenas com um. Se eu pudesse escolher qual dos três esse cigarro significa, eu com certeza escolheria Cate; É o que no momento tem me causado mais dor.
 
    Eu não tomo um banho desde antes de ontem, e eu sinto falta disso. Eu espero o sol terminar de nascer e um raio de sol bate bem no meu olho. Eu estou tão animado. Eu estou com tanto ânimo para esse dia de sol que não esquenta nada. Eu me levanto quando o cigarro termina de um modo que eu não consigo mais fumar. Eu jogo ele no chão e apago com a ponta do meu tênis. Eu volto para rua olhando ao redor e procurando por alguma casa; Os meus olhos encontram uma casa do outro lado da rua, e eu vejo através da janela de cortinas abertas uma mulher de mais ou menos 30 anos limpando a mesa. É um alvo fácil. Eu deveria tentar.
 
    Minhas mãos passam por minhas roupas e eu tento de alguma forma melhorar a minha aparência. Mas eu continuo com cheiro de cigarro. Tomara que ela goste de cheiro de cigarro. Afinal, quem não resiste ao cheiro de um cigaro? Revirando os olhos. Eu me aproximo da porta de madeira que deve valer mais do que todos os cigarros que eu já fumei, e bato o meu punho fechado contra ela. Eu enfio minhas mãos no bolso traseiro da calça adquirindo toda uma pose quando ouço a mulher se aproximando. Ela abre a porta e passa seus olhos por todo o meu corpo. Okay, eu deveria me sentir sem jeito, mas eu não me sinto. Assim que ela termina de olhar para as minhas roupas, ela crava seus olhos em meu rosto e eu sorrio para ela o meu melhor sorriso torto. Ela parece vacilar. Um ponto para mim.
 
- Olá, senhora...? - Eu digo esperando que ela complemente com o seu nome, enquanto eu levanto uma das minhas sobrancelhas.
 
- Senhorita Monroe, por favor. - Ela diz estendendo a mão, e sorrindo também. Solteira. Isso é bom. Eu sorrio outra vez, mas não para ela, e sim para mim. - Como eu poderia ajudar?
 
- Eu sou um... Viajante e eu estou, digamos, um pouco perdido. Eu poderia tomar um banho? Prometo não demorar... - Eu digo com a minha voz um pouco mais rouca do que o normal devido ao cigarro que eu acabei de fumar.
 
- C-claro.. - Ela diz sem jeito, com as bochechas corando. Eu sorrio em agradecimento para ela descendo um pouco os meus olhos para olhar nos dela e ela abre caminho para que eu entre em sua casa. - É só subir as escadas, é a primeira porta da... - Ela trava olhando para o meus braços. - Esquerda. Demore o quanto quiser.
 
- Tudo bem. Obrigado. - Eu agradeço dessa vez apenas com as palavras.
 
      Eu subo as escadas devagar, dando um tempo para que ela termine de olhar para mim. Eu, então, entro na primeira porta da esquerda. Uma banheira parecida com a que eu tinha na minha velha casa é a primeira coisa que eu vejo. Veja só, Senhorita Monroe é uma mulher rica. Eu sorrio. Eu tiro as minhas roupas, colocando-as no canto, enquanto deixo a banheira encher um pouco. Eu tomo o banho, tirando todo aquele cheiro de cigarro que eu odeio da minha pele e do meu cabelo.
 
      Assim que eu termino, eu me seco e amarro a toalha em minha cintura. Hora de brincar um pouco. Eu saio do banheiro, caminho pelo corredor e apareço na beirada da escada. Ela esta lá no mesmo que lugar no sofá que se sentou enquanto eu subia as escadas. Ela parece paralizar. Seus olhos passam pelo meus braços, descendo até meu peito e abdomen. Ela analisa devagar cada traço da minha tatuagem tribal com os olhos presos e sem piscar. Não que eu goste de desenhos tribais, mas esse me chamou a atenção por parecer o fogo subindo e me contornando; Eu sempre fui atraído pelo elemento fogo. A tatuagem começa lá em baixo no osso da minha bacia, e sobe pela lateral esquerda da barriga, passando pelo peito e parando em meu ombro; O desenho se espalha por toda as minhas costas. É tão ironico que eu tenha o símbolo do fogo em mim, e tenha perdido tudo o que eu tinha, e tudo aquilo que eu era, pelo mesmo elemento. (Tatuagem do Adam para vocês imaginarem melhor - imagem I | Imagem II - Só que como ele disse, ela acaba no ombro.)
 
Quando eu acho que ela já viu o suficiente, eu resolvo perguntar:
 
- Senhorita... Monroe... Você tem alguma roupa para me emprestar? - Eu pergunto.
 
- Hm... - Ela parece pensar olhando para um lugar que não deveria. Ela sorri. - Tem as roupas do meu mordomo, talvez sirva em você.
 
Eu concordo e ela me dá as costas completamente sem jeito. Eu continuo parado, esperando, e nesses pequenos momentos de vazio a minha cabeça se enche de Cate. Heloíse quase me matou quando disse que Cate estava morta. Eu tive que me segurar para não cair; Aquela garota é tudo para mim, entende? Se ela morrer, eu não sei o que eu faria. Se ela morrer, em sem dúvidas, enlouqueceria de vez. 
 
- As roupas... - A senhorita Monroe diz anunciando sua chegada, e eu desço as escadas para pegar as roupas. Nossas mãos se tocam por alguns segundos e eu permito. Eu agradeço e subo as escadas outra vez, entrando no banheiro, apenas encostando a porta.
 
Eu me encaro no espelho. Fazia muito tempo que eu não me olhava assim, tão frente a frente. Aqueles olhos verdes me encontram e parecem me perguntar: "O que você espera, Adam? O que você quer com tudo isso?" Eu só quero ela, cara. Eu só quero a Cate de volta.
 
Eu visto a roupa.
 
É um suéter verde que destaca os meus olhos, e os deixa um verde ainda mais forte, uma calça jeans surrada e uma cueca branca. Okay. Desnecessário isso. Eu pego o meu gorro, enfiando-o na minha cabeça outra vez. A mulher bate da porta, e a porta ocila algumas vezes por estar aberta.
 
- Você vai ficar na cidade por quantos dias? - Ela pergunta quando eu abro a porta. Ela parece gostar do meu novo cheiro e do meu novo visual.
 
- Eu não sei. Alguns dias, algumas semanas, um mês... - Eu solto um pequeno riso embora não tenha graça nenhuma para mim. Cada dia a mais aqui significa mais dor para mim e para Cate; Talvez meu riso seja mais de desespero do que de um habitual humor.
 
- Bom, as suas roupas... - Ela diz apontando para as roupas velhas em meu colo. - Você pode deixar aqui, que eu as lavo para você e... Você pode buscar amanhã. - Ela sugere sorrindo.
 
- Obrigado. - Eu digo passando as roupas para o colo dela.
 
Ela me encara nos olhos.
 
- Sinta-se a vontade, Senhor...?
 
- Edward. - Eu digo.
 
- Então... Sinta-se a vontade, Edward. - Ela diz.
 
- Se você não se importar, eu preciso ir embora. - Eu digo de sobressalto.
 
- aah. - Ela parece fazer um bico de birra e marra. Meu Deus. Porque diabos eu vejo Cate em cada mulher?!
 
- Mas, eu volto amanhã. - Eu dou uma piscadinha para ela de um modo sedutor. Ela cora outra vez.
 
- Um viajante sem malas. - Ela diz de um modo astuto. Eu me permito sorrir pela observação dela e até rio um pouco.
 
- Ás vezes tudo que precisamos não precisa de malas para guardar. - Eu respondo e isso faz com ela rie também. Ela gostou de mim, é o que eu vejo em seus olhos.
 
- Tudo bem... Eu espero você amanhã, Edward. - Ela sussurra se encolhendo, e em um pequeno segundo, fica na ponta dos pés e me dá um pequeno beijo nos lábios. Certo. Por essa eu não esperava. Como se nada tivesse acontecido, ela me dá as costas e me guia até a escada. - Bom, você sabe onde está a porta. - Ela diz se afastando e indo para os fundos, para colocar as minhas roupas para lavar.
 
Os meus olhos encontram então, em cima da mesa, uma caixa de cigarros. Eu a pego, olhando ao redor para ver se estou sendo observado e a enfio em meu bolso. Um beijo por uma caixa de cigarros, parece justo. Eu saio da casa, fechando a porta com cuidado. Uma caixa de cigarros é tudo que eu precisava.
 
Eu caminho com passos lentos, me segurando para não pegar logo um cigarro. Eu tenho que fazer essa caixa render o máximo que eu puder, e eu me conformo pensando que eu já fumei o meu cigarro do dia, mesmo ele sendo pela metade e velho. Os meus olhos encontram o hospital e eu entro. A recepção aqui é tão vazia, que a recepcionista fica constantemente olhando para a porta esperando alguém entrar. Assim que eu entro, eu sorrio para ela.
 
- Booom dia, Claire. - Eu digo quase cantarolando entre o corredor que nos separam. Ela leva o indicador até os lábios, sibiliando um "shiu", mas com os lábios sorrindo um sorriso animado. É assim que alguém como eu faz para sobreviver: Seduz. Não que eu goste, não que eu aprove essa ideologia, mas apartir do momento que o mundo começa a brincar com você, você aprende a brincar com o mundo também.
 
- Ela ainda está no mesmo quarto? - Eu digo pegando a mão de Claire e beijando a sua pele com cuidado.
 
- Sim. - Ela confirma. - E você fica bonito de verde. - Ela diz sorrindo.
 
- E você fica linda de qualquer jeito, Claire. - Eu pisco para ela soltando uma gargalhada que faz ela sorrir.
 
Eu dou as costas para ela e corto os corredores que eu já decorei, e a cada passo a minha melancolia se aumenta. É meio que morrer a cada um posso um pouco mais. Como se o meu peito estivesse aberto e eu estivesse sangrando aos poucos; Cada segundo a mais é um segundo a menos em direção a ruína.
 
Eu abro a porta do quarto em que ela está. O quarto, assim como toda a cidade e o hospital todo, é muito chique de um forma que nem eu e nem Cate podemos arcar. Eu não entendo o que ela está fazendo aqui. Talvez algum familiar tenha aparecido. Os meus olhos encontram o corpo dela. Ela está em coma desde o acidente e não parece reagir a nada. É o que dizem os relatórios que eu consegui noite passada com Claire. Eu fecho a porta atrás de mim. Eu caminho até uma cadeira ao lado da maca dela, e ali eu me sento. As minhas mãos seguram a mão gelada e dura dela. Talvez ela sinta, talvez ela se sinta segura assim. As minhas mãos aos poucos vai esquentando a dela, enquanto tudo que eu consigo fazer é olhar para o rosto dela. Ela continua com aquela aparência de anjo. A pele macia apesar de pálida e os cabelos castanhos caindo em cachos perfeitos. Eu tiro uma das minhas mãos da dela, e passo pelo rosto dela, acariciando suas bochechas macias. Ela é tão linda. Ela é tão minha. E eu sou completamente dela.
 
     Essa imagem dói tanto em mim que eu chego a engasgar. Como aquele idiota foi capaz de deixar ela em perigo?! Se ele não tiver morrido, eu com certeza farei isso com as minhas mãos. Uma mistura de dor e ódio me corroem por dentro. Mas... Isso pode ser tudo culpa minha também... Se eu ao menos tivesse parado para  ouvir o que ela tinha para falar. Se eu ao menos tivesse demonstrado alguma coisa. E eu quem disse para ir naquela merda de encontro. Eu que mandei ela para morte. Eu respiro fundo olhando para o alto e engolindo a minha dor. É demais e eu não consigo sozinho. Eu enfio a minha mão no bolso e tiro a caixa de cigarros, pegando um deles e enfiando na minha boca. Eu só preciso estar com ele em minha boca. Nem precisa estar acesso. Só a presença da nicotina por perto já me acalma.
 
- Qual a parte de "É proibido fumar" você não entendeu? - O médico diz abrindo a porta e entrando no quarto sem nenhum pudor.
 
Eu o encaro.
 
Eu retiro o cigarro da minha boca e sopro, como se eu estivesse exalando a fumaça, mas nada sai.
 
- Eu não estou fumando. - Eu resmungo do modo mais arrogante que eu consigo, é natural eu ser assim com pessoas como ele. Ele revira os olhos.
 
Eu enfio o cigarro em minha boca outra vez.
 
Ele para do outro lado de Cate e começa a tirar algumas amostrar de sangue dela.
 
- Você sabe que você não pode estar aqui, não sabe? - Ele resmunga com os olhos fixos na seringa que se enche aos poucos de sangue.
 
- Se eu não ficar aqui, ninguém mais vai ficar.
 
- Isso é uma ameaça?
 
- Uma realidade. Ela não tem ninguém. Só a mim.
 
- Então é você que está pagando as diárias e as consultas dela no hospital? - Ele pergunta com a voz um pouco mais suave.
 
- Como assim? - Eu pergunto sem jeito.
 
- Isso aqui é um hospital particular. E tem alguém pagando as diárias dela aqui. - Ele diz tirando a agulha do braço dela e anotando a hora da coleta no frasco repleto de sangue. A minha cabeça parece zunir e eu aperto o cigarro com os meus lábios com força. - Você pode acaso se chama Christian?
 
Christian.
 
Aquele idiota.
 
Ele quem trouxe a Cate para tão longe.
 
Ele quem está bancando isso tudo.
 
Aquele...
 
- Não. - Eu respondo de um modo duro.
 
- Então parece que a Cate não tem apenas a você. - O médico provoca olhando para Cate de um modo doce demais. De um modo que me incomoda. De um modo que eu reconheço ser o mesmo modo que eu a olho. Esse médico está apaixonado por ela? Eu olho para a roupa dele. Doutor Antony. E ele a chamou de Cate. Pelo apelido.
 
- Você a conhece? - Eu ouso perguntar.
 
Ele apenas me olha e sorri.
Olha no fundo dos meus olhos. E eu entendo.
Eu só seguro a mão de Cate com mais força.
 
 

 
 
     Acho que esse foi o maior capítulo que eu escrevi até hoje shuahsuahs acordei inspirada e esse teclado do notebook do meu primo é muuuuito gostoso de digitar haushahs. Comecei escrever 8h e agora são 11:49h, mas valeu a pena. Bom, com o tempo vocês vão conhecendo mais do Antony e descobrindo quem ele é. Espero que mais perguntas tenham formado na cabeça de vocês, se não, eu coloco as perguntas nas cabeças de vocês: "Porque o Christian está bancando esse hospital caro para a Cate mesmo não tendo nenhum compromisso com ela?", "Antony é um velho amor de Cate?", "E a senhorita Monroe, o que vai acontecer?", "Cate vai acordar, Ya?" hauhsuas São essas as perguntas, espero que fiquem curiosos hoho
 
      Ah, e lembrem de ouvir a música que eu escrevi para Cate & Adam *w* clique aqui
 
      Então é isso anjinhos :3 Beijos e tenham um bom final de semana, talvez eu fique sem postar esses dias devido a viagem, mas em breve eu voltarei, tá bom *w* E eu estou gravando um clipe aqui onde eu estou para postar mais uma música para vocês hihi

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3 comentários

  1. Ya, sua má. Agora estou morrendo de curiosidade. Quem é esse Antony??? Já vou avisando, a Cate é do Adam!!! Christian pq tanta bondade??? Casal misterioso A&C. Adam você é demais, e essa tatuagem. Sempre sonhei com um homem tipo o Adam, quer dizer mais ou menos tipo o Adam, e com a tattoo tribal. O elemento do fogo, é o meu preferido. Continua Ya, continua.

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  2. Ya, eu não entendi a da foto. Sabe, a legenda. Qual a ligação do capítulo e da foto?

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  3. Uool Ya , como vc consegue o.O muito lindo , emocionante e tudo mais , e quero as respostas para essas perguntinhas ai q foram muito óbvias né ,é isso mesmo q quero saber Hihi :D estou louca pelo próximo capitulo ....

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