Resenha de Memória da água de Emmi Itaranta

sexta-feira, maio 29, 2015



ooi pessoas e pedaços de pizza com catupiri   essa é a segunda resenha do dia ♥ a primeira foi a de Livro das sobras de Cate Clernan  E esse foram os dois livros que devorei nessa semana (terminei esse na quarta e devorei o Livro das sombras na quinta ); Esse livro também foi lançamento da Editora Galera Record e amei ele por motivos óbvios que foi contar para vocês haha ♥

Memória da água de Ammi Itaranta



Memória da água é um livro escrito por Emmi Intaranta, e ganhou vários prêmios nos EUA ♥ O livro é uma estreia literária da Emmi, e ela nunca havia publicado nenhum livro. A história é narrada por Noria, que desde criança é treinada por seu pai para ser uma mestra do chá. Mestre do chá é aquele que faz chá na cidade (é claro né, Ya hasuahs'), maaas, não é tão simples assim. A história se passa em um mundo pós-apocalíptico - sim, uma distopia - e nesse novo mundo a água é extremamente escassa. Existem poucas fontes de água na terra, e as que existem são de responsabilidade dos militares (quem comanda o novo mundo);

Como a água é propriedade dos militares e escassa, os moradores possuem cotas de quanto podem receber de água e essa cota nunca é o suficiente para a necessidade das pessoas. Noria faz parte de uma longa linhagem de mestres do chá, e ela aprende desde pequena que o mestre tem uma forte ligação com a água e com a percepção da natureza.

A história segue com a preparação de Noria para sua formação (meio que uma prova/teste para ver se ela pode se tornar mestre), até que em um dia, seu pai lhe conta um segredo sobre a água, e que nem todas fontes de água são propriedade dos militares.

Nesse momento, a vida de Noria muda por completo.



Esse livro tem uma ligação muito forte com a natureza e com a descrição de detalhes  a escrita dele é simplesmente fantástica, e narra a natureza de uma forma surpreendente. Noria muitas vezes em sua narração compara a água com situações da vida e a melhor das metáforas é a sobre a morte e a água. Além disso, é simplesmente perfeita o significado do título do livro.

Noria tem uma personalidade muito cativante, forte e feminista; Como a arte de ser mestre do chá é apenas para homens, ela foi a primeira mulher a aprender, por ser filha única de seu pai. Eu a amei por sua força, coragem e bondade, ela é uma personagem simplesmente única que eu adorei o prazer de ler sua história.

 A história em si, é um pouco vaga demais, embora ela tenha uma leveza e uma fluidez,como a água e acho que foi justamente essa ideia que a autora quis passar com seu livro. A história começa a ficar emocionante lá pro meio quase final, em que Noria e sua melhor amiga, querem fazer algo e mudar isso da água serem apenas dos militares. Porém, algo horrível acontece e eu simplesmente não acreditei com o final desse livro.



Sério mesmo, o final desse livro é lindo, mas eu não acreditei nele! Me doeu demais ler aquelas palavras, e ver como foi o fim, mas sei que esse final foi de extrema importância. Esse livro é um livro que narra muito bem sobre tradições, natureza e principalmente, sobre vida e morte.

esse livro foi um distópico completamente diferente dos que eu já li; Não é aquele distópico de heroína, de tiros, estilos THG e divergente, mas é um verdadeiro distópico. De uma pessoa comum, sem poder, sem força, tentando sobreviver. Foi um distópico que me apaixonou e me prendeu completamente.



è um livro que eu super aconselho para vocês, sem mais e sem menos! Sério, leiam esse livro, é um livro cheios de significados e a capa, possui tantos significado quanto os livros. É lindo. Juro.




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