RESENHA: Nove Regras a ignorar antes de se apaixonar [OS NÚMEROS DO AMOR #1], de Sarah MacLean

sábado, outubro 22, 2016

Resenha de mais um romance de época \o/  Nove Regras a ignorar antes de se apaixonar (é um título bem grandinho, ne haha) é o primeiro livro da série os números do amor, de Sarah MacLean. Este foi o primeiro livro que li da Sarah e acabei gostando da escrita dela, já estou ansiosa para o próximo livro da série (mesmo não gostando taaanto assim de algumas coisas neste livro).




 Título: Nove Regras a ignorar antes de se apaixonar
 Autor(a): Sarah MacLean
 Gênero(s): Romance de Época
 Editora: Arqueiro
 Lançamento: 2016
 Páginas: 384 páginas
 Nota:   
A sonhadora Calpúrnia Hartwell sempre fez tudo exatamente como se espera de uma dama. Ainda assim, dez anos depois de ser apresentada à sociedade, ela continua solteira e assistindo sentada enquanto as jovens se divertem nos bailes. Callie trocaria qualquer coisa por uma vida de prazeres. E por que não se arriscar se, aos 28 anos, ela já passou da idade de procurar o príncipe encantado, nunca foi uma beldade e sua reputação já não lhe fará a menor diferença? Sem nada a perder, a moça resolve listar as nove regras sociais que mais deseja quebrar, como beijar alguém apaixonadamente, fumar charuto, beber uísque, jogar em um clube para cavalheiros e dançar todas as músicas de um baile. E depois começa a quebrá-las de fato.

TAGS LITERÁRIAS: 

Lady Calpúrnia [Callie] aos 18 anos só queria crescer logo para não ser mais o centro das atenções nos bailes, e é durante uma fuga no seu primeiro début que ela acaba encontrando o Marquês de Ralston [Gabriel] e se apaixonando automaticamente por ele, para minutos depois descobrir que ele só estava ali para se encontrar com uma amante.
Dez anos depois, agora com 28 anos, Callie ainda sonha com Gabriel, e continua solteirona.
Como filha mais velha de um Conde, a moça sempre foi o maior exemplo de educação e castidade (bela, recatada e do lar hahaha), com boa conduta feminina, sempre seguiu as regras e mesmo não gostando ou concordando com uma coisa ela seguia com aquilo, tudo para 'agradar a sociedade', que naquela época controlava com rigidez o comportamento feminino. Ela não aguenta mais a pressão que a sociedade tinha com sua "falta de marido" e seu corpo rechonchudo, e agora que sua irmãzinha noiva, aos 18 anos, essa pressão só aumenta. Até que ela resolve fazer uma lista com algumas coisas que ela sempre sonhou em fazer, mas que, de novo, a sociedade não aceitaria, ela queria quebrar regras - ela sempre foi bom exemplo, mas isto não lhe atraiu marido nenhum que preste então não faria mal nenhum quebrar algumas regrinhas.
"Era uma chance de enfim ser honesta consigo mesma. De escrever as coisas que mais desesperadamente gostaria de experimentar. As coisas que nunca admitira para ninguém – nem para si mesma."

E o primeiro item de sua lista é Beijar alguém apaixonadamente, mas ao pensar em como cumprir este item só lhe vem uma pessoa à mente, o maior libertino de Londres: Gabriel St. John. E é em uma noite de loucuras que ela parte em direção à casa do Marquês de Ralston para lhe pedir o tão sonhado beijo.
Ela só não imaginava que ao entrar ali sua vida mudaria completamente.
Gabriel precisa inserir sua meia-irmã, Juliana (filha de sua mãe que abandonou ele e seu irmão gêmeo com o pai quando ainda eram crianças), na sociedade, mas ele precisa de alguém com boa reputação para orientá-la e garantir que ela não seja rejeitada, e é nesse momento que surge Callie.
Depois de um acordo improvisado, ele ajudará Callie a cumprir todos os itens de sua lista enquanto ela ajudará Gabriel a inserir Juliana na sociedade da melhor forma possível. E durante este acordo, irá acontecer o que eles menos esperavam (mas que nós sim haha): se apaixonarem.
"- É. Passei 28 anos fazendo o que todos à minha volta esperavam que eu fizesse… sendo o que todos esperavam que eu fosse. E é horrível ser a visão de outra pessoa a seu respeito. – Ela fez uma pausa antes de continuar: – O senhor estava certo. Sou uma covarde. [...] – Não sou uma esposa, ou uma mãe, ou um pilar da alta sociedade [...] Sou invisível. Então por que não parar de ser uma bobona tão covarde e começar a experimentar todas as coisas que sempre sonhei em fazer?"
Callie é um exemplo de Girl Power do século XIX. Ela luta contra os padrões de beleza e todos os machismos (mesmo que ela não demonstre isto pra todos, na maioria das vezes), ela percebe e fica indignada com algumas coisas e privilégios só serem permitidos a homens por simplesmente serem homens. Durante o decorrer do livro acompanhamos o crescer de um amor próprio e o surgimento de um tipo de liberdade pessoal. Ela começa a não se importar com os padrões ou status, só em viver.
Além de tudo isso, Callie é uma típica leitora voraz que sempre se imagina no lugar das protagonistas, como seria viver aquela estória.
A narrativa do livro é em terceira pessoa, e intercala entre as perspectivas de Callie e Gabriel, nos deixando à par de todos seus pensamentos, planos e desejos.
No geral é uma boa trama, sensual e peculiar.
"Ela recostou a cabeça na poltrona de espadar alto e, inspirando fundo, inalou o agradável aroma de livros há muito amados e revisitados, imaginando-se a heroína daquela história em particular…"








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2 comentários

  1. Não conhecia mas parece ser bom livro
    Beijinhos
    Giveaway Portugal & Ilhas
    CantinhoDaSofia /Facebook /Intagram
    Tem post novos todos os dias

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  2. Esse livro já está na minha lista de desejos faz algum tempo, espero logo poder conferi-lo. A capa é um amorznho, e suas fotos ficaram perfeitas! Parabéns!

    http://nuwemfeminina.blogspot.com.br

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